segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Metrô de Recife adquire 7 VLTs

08/10/2010 - CBTU

Foram adquiridos para a CBTU Recife, através de concorrência internacional, sete VLTs (com motores a diesel) constituídos de três carros, tendo cada um a capacidade para transportar em torno de 200 passageiros. O moderno sistema de Veículos Leves sobre Trilhos será implantado em substituição às locomotivas a diesel e aos carros de passageiros no trecho compreendido entre as estações de Cajueiro Seco e Cabo. A demanda prevista neste trecho é de 30 mil usuários/dia.

Atualmente, o sistema de transporte de passageiros sobre trilhos em Recife é operado pela CBTU-Metrorec e é composto de vinte e oito estações, com linhas que somam 39,5 quilômetros de extensão, transportando cerca de 225 mil usuários/dia, sendo 205 mil na linha Centro e 20 mil na linha Sul.

A CBTU também abriu processo de licitação, do tipo concorrência internacional, para a aquisição de 15 novos trens elétricos de ultima geração (TUE`s), cada um com quatro carros, para o metrô de Recife.

O objetivo da aquisição é atender à demanda da linha Sul. Com a compra dessas novas composições, a expectativa da CBTU-Metrorec é transportar, inicialmente, 400 mil pessoas/dia, 170 mil a mais do que transporta atualmente. Outra mudança será a redução do tempo de espera, dos atuais 16 minutos para 4 minutos no horário de pico.

O metrô de Recife faz integração com 73 linhas de ônibus nos terminais do Sistema Estrutural Integrado (SEI), ligado a 7 estações (Recife, Joana Bezerra, Afogados, Barro, Jaboatão, Camaragibe e Cavaleiro), e integração tarifária com mais de 30 linhas de ônibus nas estações Recife, Joana Bezerra, Afogados, Santa Luzia,Werneck, Tejipió e Rodoviária.

Dessa forma, o metrô atende, diretamente, os municípios de Recife, Jaboatão, Camaragibe e Cabo, e, indiretamente, todos os 14 municípios da região metropolitana, através da integração metrô/ônibus. A frota é composta por 25 trens urbanos elétricos e 4 locomotivas movidas a diesel.

A primeira expansão do sistema metroviário em Recife consistiu na construção de mais de 4,7km na linha Centro, interligando as estações Rodoviária/Camaragipe, e a eletrificação de 14,3km da linha Sul, no trecho Recife/Cajueiro Seco. O projeto prevê, ainda, a construção de cinco novos terminais de integração metrô/ônibus. Entre o ano de 2007 e 2010, a CBTU Recife investiu R$373 milhões, representando uma média de cerca de R$100 milhões por ano.

A CBTU-METROREC iniciou a construção da estação Cosme e Damião, também conhecida como “Cidade da Copa”, com previsão de conclusão para meados de 2011. Além de beneficiar a comunidade local, a nova estação está dimensionada para atender os torcedores da Copa 2014. O projeto contempla um elevador, escada rolante e seis lojas comerciais. A estação traz inovações na sua estrutura por utilizar materiais ecologicamente corretos.

domingo, 3 de outubro de 2010

Começam estudos para levar trens até Suape

25/05/2010 - Jornal do Commercio

Proposta de operar com Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) na região dos grandes empreendimentos, como a refinaria e o estaleiro, é para melhorar a mobilidade dos trabalhadores no Porto de Suape

A diretoria do Porto de Suape vai entregar ao Metrorec, até a próxima semana, um estudo da demanda de 
trabalhadores do complexo, em função da chegada dos grandes empreendimentos. A pesquisa vai definir o número de Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) que poderão ser adquiridos para melhorar a mobilidade na região. Hoje, a maioria das empresas de Suape arca com o afretamento de ônibus para transportar seus operários, o que contribui para aumentar o caos no trânsito local. O Metrorec já está adquirindo sete VLTs, que vão operar no trajeto entre Cajueiro Seco e Cabo de Santo Agostinho, mas a proposta é ter uma linha complementar do Cabo até Suape.

Ontem, quando participava junto com o governador Eduardo Campos de uma visita ao Hospital Dom Helder Câmara, o prefeito do Cabo, Lula Cabral, sugeriu a ideia de propor ao Estaleiro Atlântico Sul e a Refinaria Abreu e Lima que os dois empreendimentos comprassem 2 mil bilhetes por mês para subsidiar o projeto dos VLTs. Lula Cabral disse, ainda, que a prefeitura também poderá arcar com 1 mil bilhetes, mas vai precisar consultar sua Secretaria Jurídica para avaliar a possibilidade de subsidiar essas passagens.

O diretor de Planejamento e Urbanismo de Suape, Paulo Castanha, diz que a proposta do Porto é reformar a Estação Massangana e a linha férrea que atende ao complexo para oferecer o transporte de trabalhadores. “Estamos estimando que a reforma da estação e a recuperação da ferrovia vão custar R$ 4 milhões”, calcula. 

A linha férrea era utilizada pela antiga CFN (Companhia Ferroviária do Nordeste) para o transporte de cargas.

Só no pico de obras da Refinaria Abreu e Lima, a previsão é que o número de trabalhadores chegue a 30 mil. Isso sem contar os demais empreendimentos.

O coordenador operacional de planejamento de transportes do Metrorec, Maurício Meirelles, lembra que até dezembro deste ano devem entrar em operação pelo menos dois dos sete VLTs que estão sendo adquiridos pela companhia. Os VLTS vão substituir os dois trens a diesel, da década de 50, que fazem hoje o trajeto do Curado até o Cabo de Santo Agostinho. “Com a entrada dos VLTs, esses trens serão substituídos e passarão a operar um trecho menor, entre o Curado e a primeira estação depois de Cajueiro Seco”, diz. Os VLTs custaram R$ 63 milhões. A entrega do primeiro deve acontecer entre agosto e outubro. 

Além de modernizar o transporte e diminuir o tempo das viagens, os VLTs também vão aumentar a capacidade de mobilidade, que é hoje de 1 mil passageiros com os trens a diesel e passará para 4.200 por dia.

Fonte: Jornal do Commercio (PE)

VLT europeu é alternativa para trânsito em cidades brasileiras

15/9/2009 - CNT Despoluir - Letícia Simões

Há três meses, quando a Fifa anunciou as 12 cidades brasileiras que serão sedes da Copa do Mundo de 2014, diversas idéias e projetos de infraestrutura passaram a fazer parte do cotidiano das capitais escolhidas. O transporte, modo estruturador de todo o sistema urbano, adquiriu relevância nos planos traçados. Um modelo em especial, o VLT (veículo leve sobre trilhos), sistema de média capacidade comum em vários países europeus, vem ganhando força entre governos e autarquias responsáveis pelas obras para o Mundial como o modo mais adequado para o transporte nas metrópoles. Contudo, especialistas afirmam que cada uma das cidades possui suas especificidades e, portanto, não é possível mensurar se projetos de VLT são viáveis a todas elas.
O consultor em transportes Peter Alouche se dedica aos estudos acerca do VLT há mais de 30 anos. Para ele, a instalação de sistemas VLT nas cidades depende das condições de infraestrutura e demandas apresentadas. Porém, Alouche acredita que o VLT seja o sistema que melhor atende às necessidades dos centros urbanos. “O VLT se integra à cidade, não agride o município. A implantação de um VLT provoca uma renovação urbana muito importante.”
Segundo o consultor, o alto custo para implantação dos VLTs pode explicar a preferência em se investir nos ônibus. De acordo com ele, falta aos responsáveis analisar o VLT em longo prazo. “O custo é alto no investimento inicial. Os VLTs são veículos que duram 40 anos até que precisem ser renovados. Já os ônibus devem ser trocados a cada quatro anos.” Ele aponta outras vantagens. “O VLT é preso ao trilho, portanto, é um sistema implantado definitivamente numa cidade. Ele faz parte do município e de seu desenvolvimento.”
Para Gerson Toller, diretor da “Revista Ferroviária” e membro do Conselho de Infraestrutura da Associação Comercial do Rio de Janeiro, a implantação de sistemas VLT segue uma tendência mundial. “Essa volta dos bondes está ocorrendo no mundo inteiro. Muitas cidades estão voltando a investir nos bondes por conta do tráfego intenso, que é um mal universal. Tem ainda a questão dos poluentes. Passar o tráfego para tração elétrica é uma alternativa para as cidades”.
O VLT, segundo Toller, nada mais é do que um bonde dotado de tecnologia. Hoje, os veículos são fechados, lembrando os vagões de um metrô. Ele diz que algumas cidades brasileiras tentaram implantar o sistema há alguns anos, mas as experiências não tiveram êxito. “Há 20 anos, houve no Rio de Janeiro uma experiência na linha 2 do metrô. Tentaram implantar um VLT em linha ferroviária que não deu certo. Em Campinas (SP), há dez anos, utilizaram uma linha ferroviária inativa. Não teve utilidade para a população, já que o sistema não havia sido construído em função da demanda da cidade. Ambos foram sucateados.”
Toller corrobora com o consultor Peter Alouche ao creditar a ausência de projetos de VLT no Brasil à preferência dada ao transporte rodoviário. “Projetos voltados ao ônibus têm tido prioridade, já que estamos em um país rodoviário. As autoridades fizeram essa opção, por isso o corredor de ônibus prevaleceu.” O que, na opinião dele, é um erro. “O corredor de ônibus ocupa uma faixa maior do que um trilho. A capacidade de um corredor de ônibus deve respeitar um intervalo entre dois veículos, o que é muito maior do que o intervalo entre dois bondes. O transporte ferroviário pode ser automatizado. O ônibus tem investimento menor, talvez isso também explique as escolhas feitas.”
José Geraldo Baião, presidente da Aeamesp (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), acredita que cada município deve conhecer sua capacidade para definir qual sistema de transporte é mais adequado. “As cidades precisam descobrir suas vocações para o transporte. Para se pensar em VLT é preciso que as necessidades do transporte de cada local sejam atendidas. É a demanda de cada localidade que irá determinar se o sistema certo será um VLT.”
De acordo com Baião, todas as cidades-sede terão de investir alto em infraestrutura, notadamente, no transporte. “Os horizontes metroferroviários se tornam promissores em virtude da realização da Copa. Os sistemas de média capacidade, como o VLT, devem se situar, em geral, num custo de 40% a 50% mais baixos do que um transporte de alta capacidade.” A maioria das cidades que decidirem investir em sistemas VLT, segundo o dirigente, implantará o veículo em vias segregadas, em que o VLT tem faixa exclusiva e não interfere nas vias de ônibus e automóveis, fugindo de cruzamentos e semáforos.
Baião não vê grandes entraves para a implantação de VLTs no Brasil. “Cada cidade deve ter sua justificativa para apostar no sistema. Nas últimas décadas, o pretexto dos governos era que não havia recursos para investir em infraestrutura. Mas, agora, existe uma vontade política em resolver isso.”
Enquanto algumas cidades estudam seus projetos, Brasília, uma das sedes dos jogos, sai na frente. A capital federal apostou no sistema VLT e só depende de uma liberação de licença de instalação para iniciar as obras. José Gaspar de Souza, diretor-presidente do Metrô de Brasília, autarquia responsável pelo projeto, diz que o VLT brasiliense nasceu da necessidade de tornar o trânsito mais sustentável. Ele percorrerá uma das principais e mais movimentadas avenidas da cidade, a W3. “Precisávamos dotar a W3 de uma nova tecnologia de transporte e, ao mesmo tempo, permitir que automóveis particulares ficassem em casa”.
De acordo com ele, circulam pela W3, diariamente, 60 mil carros de passeio e 800 ônibus, num total de 150 linhas. O metrô leve, como a entidade se refere ao VLT, deverá transportar entre 15 mil e 18 mil passageiros por hora, nos dois sentidos do trecho prioritário, que ligará o terminal Asa Sul ao 502 Norte, totalizando 8,7 km. Para esse trecho estão sendo investidos R$ 780 milhões. Parte dos recursos (R$ 400 milhões) será financiada pela AFD (Agência Francesa de Desenvolvimento) e o restante será coberto pelo governo do Distrito Federal. O metrô leve terá um total de 22 km de extensão, divididos em três trechos: trecho 1, do aeroporto ao terminal Asa Sul, de 6,5 km; o trecho prioritário 2 e o trecho 3, do 502 Norte ao terminal Asa Norte, de 7,4 km.
Segundo Souza, o investimento total do projeto está orçado em R$ 1,55 bilhão. Ao ser concluído, o VLT contará com 39 veículos e 25 estações. Ele diz que o projeto irá priorizar a integração do transporte e contará com áreas de convivência. A expectativa do Metrô de Brasília é que o trecho prioritário esteja pronto em 2010. O trajeto completo deverá ser concluído em 2014.
O metrô leve será movido a energia elétrica proveniente dos postes e fios instalados ao longo da W3. O consórcio vencedor da licitação foi divulgado no dia 9 de abril. As obras ficarão a cargo das empresas TCBR (projetos executivos), Via Engenharia e Mendes Júnior (obras civis) e Alstom, (sistemas e material rodante). O gerenciamento do VLT será de responsabilidade do Metrô de Brasília.
Os municípios de Santos e São Vicente, na Baixada Santista (SP), não recepcionarão os jogos da Copa, mas contarão com um projeto de infraestrutura do transporte. A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo) prepara a publicação do edital de concessão da primeira etapa do VLT da Baixada Santista para setembro. Em 2008, o Consórcio Metrô Leve, formado pelas empresas Vetec Engenharia, Opus Oficina de Projetos Urbanos Consultores Associados e Brain Engenharia, venceu a licitação para a consolidação dos projetos funcionais do VLT. O metrô leve é chamado pela EMTU de SIM Baixada Santista (Sistema Integrado da Região Metropolitana da baixada Santista).
O SIM pretende atender a uma demanda de 230 mil passageiros por dia útil. De acordo com a EMTU, a princípio, a frota contará com 14 VLTs, que irão transportar 350 passageiros por veículo. A primeira etapa do projeto corresponde ao trecho principal, do Terminal Barreiros, em São Vicente, ao Porto de Santos, em uma extensão de 11 km. O investimento total estimado é de R$ 750 milhões. O custo para a primeira etapa será de R$ 408 milhões e para a segunda, de R$ 342 milhões. O início das obras da primeira etapa está previsto para fevereiro de 2010.
O secretário nacional de transporte e da mobilidade urbana, Luiz Carlos Bueno de Lima (secretaria ligada ao Ministério das Cidades), define o VLT como o principal projeto de integração do transporte para as cidades. “O transporte urbano de passageiros sobre trilhos considera os outros modais tendo em vista uma perfeita integração. Trata-se de um transporte público mais eficiente, seguro, econômico e ambientalmente sustentável.”
Outros projetos de VLT têm sido planejados pelas cidades brasileiras. A CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) programa para o segundo semestre de 2010 a inauguração do VLT de Recife (PE). Marcus Quintella, diretor-técnico da CBTU, afirma que o projeto da capital pernambucana não poderia seguir os padrões europeus, como em Brasília, devido à infraestrutura disponível. “Não temos uma linha adequada em Recife. Bitola larga e eletrificação, por exemplo, não seriam possíveis e o custo seria infinitamente maior. Por isso, decidimos melhorar a linha existente com material rodante novo”. Segundo Quintella, o VLT do Recife contará com 21 carros, divididos em composições de três veículos, ao custo de R$ 8,571 milhões cada composição. “É um montante muito baixo em termos de mercado internacional”, pondera. “O objetivo em Recife não é tarifário. Iremos atender à população e alimentar o metrô”.
A Bom Sinal venceu a licitação e será responsável pelo material rodante do VLT de Recife. De acordo com Quintella, o restante será custeado pelo governo federal. A CBTU planeja também um VLT para Maceió. “Estamos em fase de licitação. Esperamos concorrentes nacionais e chineses para esse projeto”. Outras cidades também estudam possibilidades de instalação para sistemas VLT, como Vitória, Goiânia, João Pessoa, Teresina, Natal, Belém e Rio de Janeiro, que estima implantar uma linha VLT para o trecho Niterói/São Gonçalo.



VLT no Brasil
Brasília - Metrô Leve de Brasília
Extensão
22 km
Investimento total
R$ 1,55 bilhão
Previsão de conclusão
2010 (trecho prioritário)
2014 (todo o trajeto)
Situação atual
Aguarda liberação de licença de instalação para o início das obras
Baixada Santista - SIM
Extensão
11 km (primeira etapa)
15,7 km (segunda etapa)
Percurso
São Vicente - Santos
Investimento total
R$ 750 milhões (estimado)
Previsão de conclusão
2010 (trecho principal) e indefinido
(todo o trajeto)
Situação atual
EMTU prepara a publicação do edital de concessão da primeira etapa para setembro
Recife
Extensão com VLT
17,6 km
Percurso
Cajueiro Seco/Cabo
Investimento total
R$ 135 mi
Previsão de conclusão de todo trajeto
Novembro/2010
Situação atual

VLT em fabricação e recuperação do trecho em projeto

Revista CNT Transporte Atual


http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2129

PE: Sistema VLT chegará a Cabo de Santo Agostinho em outubro

10/02/2010 - Tendências e Mercado

Investimento inicial previsto é de R$ 63 milhões e atendimento diário deve ser superior a 50 mil passageiros por dia

O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, anunciou, nesta terça-feira (09/02), que a partir de outubro a população cabense já vai poder utilizar o sistema de transporte VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) para chegar mais rápido a Jaboatão dos Guararapes e ao Recife.

Os veículos são movidos a diesel e têm capacidade para comportar até 600 passageiros em cada viagem. Eles vão ligar o centro do Cabo ao bairro de Cajueiro Seco (Jaboatão).

O investimento inicial previsto é de R$ 63 milhões, segundo informações fornecidas pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), e a tarifa será correspondente a que é paga atualmente pelos usuários do anel A (R$ 1,85) do sistema de transporte metropolitano.

As composições do VLT começam a chegar em agosto e passarão a operar em outubro. A atual malha ferroviária do trecho Cajueiro Seco /Cabo vai ser aproveitada, mas passará por adaptações para receber os novos trens.

O sistema deve atender mais de 50 mil passageiros por dia, com intervalos de 15 minutos entre os trens. O novo equipamento será climatizado, mais confortável e atinge 80Km/h, o que proporcionará uma viagem mais rápida e segura.

Outra novidade será a instalação do Trem do Trabalhador, que vai facilitar o transporte dos funcionários das empresas instaladas em Suape. A nova linha vai ligar o centro do Cabo ao complexo portuário.

O prefeito falou sobre a importância do VLT para o Cabo de Santo Agostinho e outros municípios do entorno do Complexo Portuário, durante entrevista concedida à Rádio JC/CBN, na tarde desta terça-feira (9). Ele ainda destacou outras ações importantes realizadas no município em parceria com os governos do Estado e Federal.

Entre essas ações estão a duplicação da rodovia PE-28, que liga Gaibu a Itapuama, e a ponte Wilson Campos Júnior (sobre o Rio Jaboatão). De acordo com o prefeito, essas obras vão incrementar ainda mais o turismo no município.

Com informações da Assessoria.